Poeta errante
Ele
procurou dentro da beldade,
Uma
musa para o inspirar.
Ao
fio de alguns anos,
Olhos fechados, se magoou.
Para
esquecer, ele pecou,
Esquecendo
de recordar,
Esquecendo
as vezes de acordar.
Ele
já nem sabia como voltar.
Então
ele foi atrás do futuro,
De
um passo pesado e coração surdo.
Ele
experimentou camas de lírios,
Para
noites calmas sem delírios.
Ele
aprendeu durante dias,
Uma
nova maneira de descansar.
Mas
cada vez que acordava,
Ele
esquecia de recordar.
Pois
ele era um poeta errante,
Que
escrevia com sua pena amante…
Procurando
uma musa para dormir…
De
um sonho tão alto a fim de consumir.
Conceição
Rodrigues (17/06/2015)

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